O último fidalgo. (Gerada por IA) Quando ainda corria o século passado, um amigo que já não está entre nós, o Paulo Dias, muitas vezes me desafiou para que escrevesse sobre o último morgado do Toural. E eu, que não estava para aí virado, invariavelmente lhe respondia que sim, mas quando tivesse tempo. Recordei-me daquelas conversas quando, há dias, um outro amigo, o Eduardo Magalhães, que estava a preparar uma das suas lições de musicologia, me perguntou sobre uma filha de João António Nápoles, que faleceu na infância e a quem o pai dedicou um…