Na segunda, e última parte, do artigo sobre a cidade de Guimarães que publicou em 1859 na revista A Ilustração Luso-Brasileira, Inácio Vilhena Barbosa faz uma breve descrição de Guimarães e dos seus monumentos. Nota que as ruas pela maior parte são estreitas, tortuosas, mal calçadas e pouco limpas”, vendo-se nelas “muitas casas nobres de boa aparência”, e que Guimarães não tinha “passeio público propriamente dito”, mas que “o jardim dos terceiros de S. Domingos e o Campo da Feira são dois lugares de recreio muito aprazíveis”. Em seguida,…